Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010

«JÁ NÃO TEREI TEMPO»: PÁGINA 12

Agora já na página 13:
«Podemos procurar o Novo porque, como Baudelaire, este mundo nos desiludiu. Também podemos desejar explorar o Desconhecido precisamente porque nos maravilhou. Com a esperança, talvez ilusória, de compreender o seu sentido».

Hubert Reeves é um eminente cientista e um verdadeiro sábio.  78 anos. Admirável! Como o cientista  está para o sábio e o sábio para o cientista!
E basta por hoje e agora: o tempo disponível é para ler e não para escrever. O livro chegou ontem, só hoje o abri e ainda por cima torna-se-me inevitável «entrelê-lo» com as suas Íntimas Convicções que sempre tenho à mão. 
Hubert Reeves, JÁ NÃO TEREI TEMPO – memórias: só mais um período, a fechar. Página 285:
«Tomemos consciência de que entre 1950 e 1980 a humanidade esteve de facto à beira de desaparecer. Somos uma espécie eminentemente extinguível».
Também já li a página em que nos dá conta de como veio a assumir o testemunho de Théodor Monod. 
Voltar a Monod e «entrelê-lo» com Reeves?
Tem calma!
L. V.

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