segunda-feira, 21 de março de 2011

DIA MUNDIAL DA POESIA

DE VÉSPERA, DOMINGO-20.3.2011, na Culsete 
com o Poeta e com o seu livro
SE AS COISAS NÃO FOSSEM O QUE SÃO
Helder Moura Pereira,
com o editor Manuel Rosa, à direita e, à esquerda, o actor Fernando Guerreiro

I
E hoje? Na livraria muito espaço vazio, ao contrário de ontem. Foi acertado, portanto, que tivéssemos…. 
E também foi bom para que, embora por pouco tempo, pudéssemos  participar, a minha companheira e eu, na Maratona da Poesia programada na Biblioteca Municipal.
Fomos à Biblioteca, por mão amiga levados e porque acreditamos que todos somos poucos para o muito que é bom e necessário fazer.
Cada um com três poemas que escolheu. Quais, de quem, porquê? Posso pedir que baste responder somente a «de quem?» E que baste para se deduzir o mais?
Fátima Ribeiro de Medeiros: Helder Moura Pereira, Manuel Bandeira e Carlos de Oliveira.
Manuel Medeiros  (R. V.): Matilde Rosa Araújo, Maria do Céu (obrigado, amigo Olegário Paz, por vires lembrar a D. Maria do Céu, a artista terceirense  que conheci há mil anos e só agora sei que se chamava Maria Francisca do Carmelo Bettencourt!) e ainda, a encerrar, comovidamente, uma evocação do nosso saudoso poeta Gomes Sanches.

II
E o eco de ontem? 
O eco da tarde com Helder Moura Pereira, aqui em Setúbal, a sua cidade, que sente por terra natal daquela maneira que nos descreveu e que aqui é indescritível e indescritível fielmente seja
lá para quem for, além do próprio…
Um eco a que não consentiremos se sobreponha nenhum desagradável ruído.

Ouviu-se Poesia!
Repito com maiúsculas: OUVIU-SE POESIA!
O que já não seria pouco.
O prazer de ouvir! Para quem trazia dos seus dias silenciosos a leitura de Se as Coisas não Fossem o que São, foi muito prazer. E  esse ouvinte-para-quem ficou a pensar que quanto mais e melhor se tiver apreciado um poema em horas de silêncio, tanto maior prazer virá de ouvi-lo, se bem declamado como ontem aconteceu.

E ouvir o Helder, meio a fingir-se meio a revelar-se , a dizer-nos o que esta sessão lhe deu ocasião para nos dizer?
Sobre si. Sobre o seu entendimento com Setúbal. Sobre a pseudo-crítica e a crítica autêntica.  A leitura, a devida leitura, a leitura. Sobre trabalho cuidadoso durante três anos a organizar este livro à volta do qual a tarde foi correndo. Sobre os adjectivos, nossos e de outros. Sobre…

Posso dizer isto a alguém?
«Custa-te a ler e compreender esta poesia, a poesia de Helder Moura Pereira?
Se fosse a ti, não desistia. Asseguro: compensa!»
Compensa e provou-se.
Os três nos deram provas sobejas: o Helder, o Fernando Guerreiro, o Manuel Rosa.
Como se provou e como se ouviu. Almeida Santos:
«reconciliei-me com a poesia do Séc. XXI». 
L. V. 


CÁ ESTAMOS!
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