sábado, 30 de abril de 2011

A OITENTA E UM (III) «Sem as luzes aluadas do Parque, of course.» http://adasartes.blogspot.com/


 http://encontrolivreiro.blogspot.com/
Vou em ver!… 
A ver se acompanho e espero que como eu…
Porque se há uma altura de encontro das GENTES DO LIVRO, quer pelo lado da lua quer pelo da estrela polar, é esta das Feiras do Livro Lisboa-Porto.
Está provado, não está?
- Ainda que guiados por setas, todos vão lá ter!
São de facto o melhor destas feiras: encontros.
Que haja festa, encontro, debate à volta do livro e da leitura!
Pague quem pagar e viva quem ganha!

ALFAS:
«em bom, em social, assim às primeiras disse olá à berta ao guerra ao nuno ao vasco ao valter ao araújo à ana maria à cecília à rosário ao paulo à maria joão ao nuno (outro) ao luis ao samuel à marta à cláudia à rute, enfim, vai mas é trabalhar, seria o recado da troika aqui para o je,»
http://irmaolucia.blogs.sapo.pt/2061067.html
«Começou ontem a Feira do Livro de Lisboa. Ouço falar de inovações acerca do espaço que atualmente ocupa no Parque Eduardo VII, e que terão lugar em 2013. Pessoalmente, gosto da feira assim e já lhe vejo demasiadas inovações mas provavelmente estarei sozinho, porque as pessoas, em geral,» http://fjv-cronicas.blogspot.com/

«Será conservadorismo da minha parte,  (…) mas substituir a sensação de subir e descer as alamedas em passeio livresco pela necessidade de entrar e sair de sítios não me alegra os dias de Feira.» http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/2011/04/29/feira-do-livro-de-lisboa-2011-primeiras-impressoes/

BETAS:
«Uma pergunta, somente, e depois se verá.:
- O que significaram e o que significam as Feiras do Livro da Apel (não esquecer: são oitenta e um anos de influência!) para o desenvolvimento do comércio livreiro e para o desenvolvimento da leitura no Portugal que somos?»
(chapéu, 81.ª-I)

«Os novos tempos, as novas técnicas, as promessas de mais e melhor divulgação das artes e das ciências propõem que tudo se repense.
A nova civilização, tão sensivelmente emergente e já demasiado necessária, exige!
Já não se limita a propor.»
(bengala , 81.ª-II)

SETAS:
Acaba hoje o mês das petas para dar lugar a um mês que nos promete abundância de tretas e tempos de escravidão propícios aos profetas.
Março é que foi um grande mês com Steiner na Ler 100!

MEGAS:
«Ora, o problema do colapso económico, da provável redução dos nossos luxos, pode ter consequências muito boas.
Quando as coisas estão mal, muito mal, as pessoas começam a ler com seriedade, a ler melhor.»
(Steiner, Ler 100, pág. 31).

IPSAS:
Ó mega-feiras, mega-feiras baseadas no falso sinónimo!
Embora Santo António não possa estar contente com o vosso calendário e ninguém, portanto, lhe possa atribuir responsabilidades pelo granizo sobre Lisboa, há-de vir bom tempo! 
O primeiro fim-de-semana não conta! 
Até faz sentido:
respeita-se um velho ditado e fica crédito para se voltar a decidir o prolongamento.
L. V.

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