quarta-feira, 5 de outubro de 2011

«JÁ QUE PARA ERRORES FUI NACIDO»

Senti-lhe a falta, que já há uns tempos a não relia, à Canção Décima:

Sequer este refúgio só terei:
falar e errar sem culpa, livremente.
Triste quem de pouco está contente!

A nunca perder de vista, quando à escrita inútil não dá para fugir, apesar de se ver que...   

Não sei o que digo
Que o digo sei
Abri o postigo
Mais cego fiquei 

Não disse o que disse
O que abri fechei
Que grande tolice!
Por que é que tentei?

R.V.

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