terça-feira, 17 de abril de 2012

A anunciada CONFERÊNCIA de FLAMARION MAUÉS: sábado, 21 de Abril, na CULSETE

http://chapeuebengala.blogspot.pt/2012/04/para-marcar-os-38-anos-do-25-de-abril.html

A-GUARDAR Por segunda-feira, 23 de Abril, DIA MUNDIAL DO LIVRO
A-GUARDAR POR QUARTA-FEIRA, 25 DE ABRIL, DIA DA LIBERDADE

UMA QUESTÃO ATÉ AGORA ESQUECIDA

Decorrerá no próximo dia 21 de Abril, às 16:00 horas, no espaço da livraria Culsete, em Setúbal, a apresentação da conferência «Livros que tomam partido: a edição política em Portugal no período 1968-1982», apresentada por Flamarion Maués, investigador da Universidade de São Paulo e do Instituto de História Contemporânea da UNL. A conferência será comentada por Nuno Medeiros, especialista em sociologia e história do livro e da edição.

Aberta a quem nela quiser participar, esta conferência tem um especial significado também aqui, em Setúbal, onde os livros de Abril foram interessadamente procurados.

Portugal assistiu, desde 1968, mas principalmente após o derrube da ditadura em 25 de Abril de 1974, a uma explosão do que podemos chamar de edição política, ou seja, a publicação de livros de caráter político, sobretudo de obras vinculadas ao pensamento de esquerda, dentro de um movimento mais amplo de liberação política e cultural decorrente do fim da opressão ditatorial.

O historiador brasileiro Flamarion Maués vem desenvolvendo ampla e pioneira investigação sobre a edição política em Portugal, focalizando as editoras de livros de caráter político que publicaram no período entre 1968 e 1982, procurando perceber e interpretar o seu papel.

Ao convidar este investigador, a Livraria Culsete pretende assinalar a passagem do Dia Mundial do Livro e dos 38 anos da Revolução de Abril,  chamando a atenção para uma questão até agora esquecida, mas de importância crucial no aprofundamento histórico e cultural da edição e do livro.
F.R.M.

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