ROSAS DE SONHO
não me aborreço por não veres tudo o que para aqui vou carreando nem te vais aborrecer por este repetir a apresentação de uma fotografia de rosas à qual ando preso
estas rosas que vês se as visses reais no seu lugar e dia talvez fechasses os olhos na intenção de serem também para ti umas rosas de sonho
estas rosas de sonho absorvendo tensões atenções e distracções talvez devessem bastar-me em único espectáculo de cada dia e talvez me dissesses não digas mais nada
não me aborreço por não veres tudo nem te vais aborrecer por rosas de sonho aqui as trazendo ser quanto me basta para a ti te dizer o que não estou dizendo
R. V.
não me aborreço por não veres tudo o que para aqui vou carreando nem te vais aborrecer por este repetir a apresentação de uma fotografia de rosas à qual ando preso
estas rosas que vês se as visses reais no seu lugar e dia talvez fechasses os olhos na intenção de serem também para ti umas rosas de sonho
estas rosas de sonho absorvendo tensões atenções e distracções talvez devessem bastar-me em único espectáculo de cada dia e talvez me dissesses não digas mais nada
não me aborreço por não veres tudo nem te vais aborrecer por rosas de sonho aqui as trazendo ser quanto me basta para a ti te dizer o que não estou dizendo
R. V.

Belo texto!
ResponderEliminarTalvez nada se repita aqui, pois estas já não são as de lá de baixo: isoladas, irrompem agora com uma força que as transporta para lá do real, para aquele território do sonho onde se tornam únicas e nossas.
Vindo de U.B., ainda mais por muito ser ele o tu a que se dirige o texto, este comentário é uma concordância de contentamentos...
EliminarRV
É verdade, Urbano. O Manuel anda em grande forma.
ResponderEliminarUm abraço para ele. A homens não se oferece flores, mas essas deveriam ser mesmo para ele partilhar com a Fátima, que trabalhou imenso nestes últimos tempos para pôr em pé quatro sessões açorianas na Culsete e merece-as.
Abraço.
onésimo
Amigos,
EliminarQuanto às sessões «mar-a-mar açores-setúbal», vamos querer falar. Porque...
Quanto à Fátima, porque bem os merece, carreiem quanta admiração e quantos elogios encontrarem.
Quanto à beleza em «belo texto» e «grande forma», peço-vos que o digam mais vezes, mesmo quando os defeitos quer da forma quer do fundo me derem para...
Por exemplo:
«intenção de também serem para ti umas rosas de sonho»...
Era como estava.
E agora:
«intenção de serem também para ti umas»...
Já é duro suportar as exigências da escrita correcta, quanto mais da que se possa dizer bela...
Será por isso que muitos fogem a reler-se? E faz-me impressão: a crítica ou não tem competência para... ou então está comprada. Quereria eu dizer comparada?
ABR
mm