sábado, 2 de junho de 2012

«CRENDO EU» ou A TARDE COM MEDEIROS FERREIRA NA CULSETE

DSC05540FOTO DE OLEGÁRIO PAZ

Crendo eu que não falo só por mim, o que aconteceu na Culsete, na tarde deste sábado do programado encontro com Medeiros Ferreira e os seus livros, no a propósito da comemoração dos 50 anos da Crise Académica de 1962, foi uma inteira afirmação de humanidade.

É possível acreditar no Homem quando acontece encontro de homens em humanidade.

Devia fazer uma crónica para justificar o que acabo de escrever? Talvez, mas não vou fazê-la. Prefiro deixar em aberto, para que de vários modos se prolongue no tempo, esta sensação de riqueza da nossa consciência de sermos em comum, nas mais simples ou complexas situações, quando alcançamos viver entre nós uma inteira afirmação de humanidade.
L. V.

P. S.
-Ao acabar de escrever as duas linhas, porque veio prender-se o silêncio dos meus olhos ao silêncio da paisagem, na fotografia que agora e aqui as antecede?
–Não sei…
L. V.

3 comentários:

  1. Manuel,

    Podias ao menos publicar aqui o belo texto que leste a abrir a sessão, seguido do da tua Fátima.
    Desperdiçá-los porquê?
    Partilha-os aqui.
    Abraço.
    onésimo

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Caro Onésimo,
      nada de desperdícios e muito menos quando há abundância para que não se venha a ef-eme-is...
      Só entraria com algumas linhas da minha página, depois da tua e também de alguns sublinhados do que disse a seguir a ti o Mário Mesquita e, depois dele, o nosso Medeiros Ferreira.
      Como tenho cá esta cópia, achas que posso...?
      Enquanto espero a resposta, releio o texto sobre os anos sessenta que ontem só para não roubar tempo é que... (P. a M.,pg.297)
      m.m.

      Eliminar
  2. Meu caro Manuel:
    Só darei o meu para publicação se prometeres publicar o teu e o da Fátima.
    Mas preciso de ler aquilo com atenção e barbear aqueles parágrafos apressados escritos na manhã do próprio dia.
    Abraço.
    onésimo

    ResponderEliminar