sábado, 24 de novembro de 2012

CORRESPONDÊNCIAS

… e por isso ainda mais creio em «con-cor-dâncias», «nesta roda alargada de amizades». 
Corresponder terá de demonstrar-se, pelo menos quando acontece voltar a ler e re-cor-dar, por directamente responder.
Os últimos três comentários…
E ainda dizer, do post comentado, que é uma variação perto de outras que…Quantas vezes acontece?! Senti que esta outra era aos três comentários devida: vai no fim. Por complemento e con-cor-dância.

Mesa oval com 4 <strong>cadeiras.</strong>

1
(UM JEITO MANSO – desconheço o outro nome, este é lindo para quem…)
Gosto muito deste seu poema. Há qualquer coisa nele que se aproxima do que acabei de escrever.
(http://umjeitomanso.blogspot.pt/)
Desejo-lhe um bom dia.
R.:
Fui ver e li por mim e em muito: «estas coisas, para mim, são um desafio que encaro com expectativa positiva».  O R.V. vem jurar que…

2
(ONÉSIMO)
O RV anda a meter-se em profundezas para além de.
Deixe-se disso e pense no aquém, onde é estimado e se reclama uma prolongada presença sua. Terá muito tempo depois para escrever sobre as experiências futuras.
a.
o.
R.:
O R. V. vem jurar que todos os dias se deixa desse assim chamado  ISSO. Várias vezes ao dia. Sobretudo nas horas em que os amigos vêm dar uma mãozinha.  O que é, é que o ISSO tanto se lhe dedicou que não o quer deixar nem por um dia nem sequer por uma hora das vinte e quatro. Que fazer, se o ISSO não nos deixa? Aí, o que é discreto é entrar com ele em cantiga ao desafio, com um bom e imparável acompanhamento de viola da terra.

3
(MARIA JOÃO)
O Onésimo tem toda a razão. Ao pé desta janela, falámos do RV. Só coisas boas.
R.:
A mim aconteceu-me chegar ao ponto de sentir quanto ter eu razão de nada servia. Quando alguém me convencia de que tinha razão, era bom.  Era sagrada obrigação dar a mão à palmatória. Isso sim! Serviu-me de muito para acrescentar bocadinhos à minha liberdade…
Só mais isto: vendo por aquela janela a tanta beleza, só em beleza se poderia conversar, ainda que fosse sobre o tal que…

Janela de Santa Maria até ao Mar Profundo

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Foto ONÉSIMO TEOTÓNIO ALMEIDA

transparente mar da vida mais bela a fundo vivida sem ilusão no desgaste

e alegria se o adeus de quem fica e de quem vai é canto de mar nos céus

 Ilha-montanha - seu além de mar e céus

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Foto de ?

R. V.

2 comentários:

  1. Conheço este blogue há pouco tempo mas há nele qualquer coisa que me intriga e agrada. A forma entrecortada como escreve é muito particular. Não sei se interrompe para nos fazer pensar ou se é, simplesmente, para que o ar entre pelas suas palavras dentro.

    Um bom domingo.

    PS: Fui ao Google e fiz uma pesquisa ao seu nome que não me era estranho mas que não estava a conseguir situar. Fiquei muito admirada. Antes havia, em Setúbal, apenas a Antecipação. Depois, a caminho do liceu, apareceu a Culsete que era tão diferente. Passou a ser paragem obrigatória. Muitos dos meus primeiros livros vieram de lá. Por isso, depois de tantos anos, aqui lhe deixo o meu sentido agradecimento.

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  2. Fica-lhe bem esse jeito manso e o agradecimento.
    Setúbal sem a Culsete teria um buraco negro.
    o.

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