quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

NATAL - «eyaggelízomai»! O livro chegou! Abri-o agora: p. 314.


Venho aqui publicar este anúnicio (nuntio vobis!):

Tenho na mão e esteve já hoje à venda na Culsete  o livro Natal – verdade, lenda e mito de A. Cunha de Oliveira. No passado sábado teve lançamento em Angra do Heroísmo e por isso lhe fiz aqui uma referência, em post desse mesmo dia 15.

Por causa dessa referência, um meu amigo, ontem precisamente, a perguntar pelo livro. Tinha visto o post e pensava que… A minha pena por não lhe poder dizer que estava na montra, tinha 595 páginas e custava apenas 18 euros, preço de catálogo do editor, o Instituto Açoriano de Cultura.

No domingo, falando por telefone com a Dra. Antonieta, esposa do nosso autor, para dar-lhe parabéns por ter conseguido que afinal o livro aparecesse antes do Natal, lamentei já não haver hipótese de chegar, também antes do dia 25, à montra da nossa livraria.

«Não prometo nada, mas amanhã vou…». Milagres de quem só aceita o impossível quando dele se convence!…


Natal. Verdade. Lenda. Mito

Se, neste «anúncio», só depois vêm «anuncio-vos» e «nuntio vobis» e o grego «eyaggelízomai» logo no título, alguma razão… Isso mesmo:estava a ler a dita página 314. A seguir a essa palavra grega, explica-nos Cunha de Oliveira, o uma grande alegria, no anuncio-vos uma grande alegria de S. Lucas na narrativa do nascimento do menino-salvador, só se justifica em modo de supervenientemente, ou, se se preferir, superlativamente.

A riqueza e competência, assim tão sensíveis neste género de pormenores!...

Realmente «evangelho» é notícia de alegria. E que alegria, sem mais anunciação, o livro a chegar à livraria!

Mais não digo, que estou só agora abrindo o livro. Limito-me a deixar aos amigos leitores um convite a lê-lo, seduzidos por estes títulos dos capítulos:

I.               EXISTÊNCIA HISTÓRICA DE JESUS

II.            PRECEDENTES DA FESTA DO NATAL

III.         CRIAÇÃO DA FESTA DO NATAL

IV.          NARRATIVAS DA INFÂNCIA

V.             EVANGELHO DA INFÂNCIA.


Permitam-me, apenas, que acrescente um NB.:

o último capítulo, tendo começado na página 175 termina exactamente na página 500: Assim, o Senhor Jesus era, e é, “ Jesus de Nazaré” e não “Jesus de Belém”.

-Um capítulo de 225 páginas?

-Mas com tanto tanto para ler nos seus sub-capítulos, que…

Não é só pela informação do índice que venho a dizer isto. Podem vir comigo, por favor, da página 500 para a 444? A profecia de Isaías em 7,14.

O que não me agradaria nada era que os leitores de superfície ancorassem no ponto crucial da interpretação de uma profecia para fazerem do seu falar do livro uma polémica boateira. 
Natal – verdade, lenda e mito, dos leitores sérios se espera que o recebam como
um sério instrumento de procura e aprofundamento de informação e ideias, quer para benefício das crenças quer da ilustração sobre muito do que veio a constituir uma parte integrante e tão preponderante do processo civilizacional dos últimos dois mil anos.

L. V./R. V.

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