segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

ORLANDO CURTO DE NOSSA GRATA MEMÓRIA


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Alguns de nós vimos de perto. Não esquecemos.
A pessoa e a atitude de Orlando Curto no início de Abril…
De ficar para o respeito inesquecível por quem
nem a ambição do poder nem o dobrar a cerviz
tomou por modo de se iniciar em Setúbal o tempo
do poder autárquico democrático.
Vimos o que queria fazer, 
o que foi impedido de fazer,
o que de cabeça erguida deixou feito.
Foi um dos primeiros e mais serenos e discretos
de todos os nossos respeitados e respeitáveis desiludidos.
Nós vimos.
Este nosso dever de memória, em despedida.
FRM/MM

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