segunda-feira, 27 de maio de 2013

DANIEL DE SÁ: MAIS POBRE A LITERATURA PORTUGUESA

Daniel de Sá. Em Março p. p. completara 69 anos. A morte, hoje, 27 de Maio, ao fim da manhã, como reza a notícia que aqui me aparece ao ligar a internet. Como a senti? Terramoto. Um terramoto nas letras e na sociedade açoriana.

Esta distância…
Tanto, aquilo que continuava empenhado em fazer!...

«-Ah! mas isso é lá nos Açores!»
Essa injustiça que cometemos contra nós próprios. Devia pesar-nos por cá ainda mais do que na região. Região onde melhor, apesar de tudo, o país se aguenta sobre as vagas da crise.

Cidadãos interventivos, cultos e generosos como Daniel de Sá foram, são e serão o garante de uma vontade de criação insatisfeita do progresso das ilhas açorianas.

Que belo exemplo nos deixa Daniel de Sá!
Momento bom para ler a sua cuidada obra literária.

M. M.

2 comentários:

  1. Os homens que deixam obra e geram beleza não deviam partir nunca. Nem fisicamente. Pronto. Já disse. E repito.

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  2. É outro exemplo de quem deixou uma grande obra literária na "Ilha Grande Fechada".
    Como se isso não bastasse, em grandeza humana era maior que a Ilha Grande. Uma Obra Aberta.

    onésimo

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