quinta-feira, 2 de maio de 2013

PORTA N.º13. TUDO ESTÁ BLOQUEADO. TUDO É E NÃO É. PORQUE PORQUE. FESTAS DE ABRIL E MAIO ASSIM?

Disparando do cadeirão em que ficarei até que me venham ajudar a passar para a cama ao lado, cama n.º4, sala 5, piso 5, HSB, acuso-me de estar revoltado diante do ecrã que me traz reportagens da “Festa do 1.º de Maio” e até vem com memórias do 1.º de Maio de 1974, esse dia ambivalente: confirmação de uma vitória, início da desgraça do antigo e novo partidarismo que esfrangalhou a I República e esfrangalhou Abril.
Para não desacertar o passo, de si cambaleante, de modo que consiga ir directo ao assunto, chamo por Manuel Alegre no novo romance Tudo é e não é e por Jaime Bulhosa no seu blogue da Pó dos Livros.

(Em reconstrução. Pode reaparecer se parecendo outro ainda for o mesmo. Com Pirandello a vir puxar uma orelha.)


R. V.

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