domingo, 24 de novembro de 2013

MANUEL MEDEIROS PARTIU HÁ UM MÊS

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Foi há um mês que Manuel Medeiros, o Livreiro Velho, como gostava de se chamar, partiu. A sua obra, porém, ficou. Ficou a Culsete, a livraria que sonhou com a companheira. Com ela soube conduzir a empresa contra muitos ventos e tempestades de vária ordem. Com ela definiu rumos de futuro para a empresa. Por isso a Culsete aí está. E estará…
Ficam também os seus escritos, tanto a poesia como a prosa, de reflexão, de opinião e polémica. Ficam ainda as narrativas curtas que algumas vezes tivemos o prazer de ler neste blogue. Encontramo-lo sempre nos seus livros, em jornais e revistas ou nos seus blogues, neste e em http://papelamais.blogspot.pt/.
Vamos, pois, poder continuar a ouvi-lo, lendo-o, podendo retomar sempre que quisermos o exercício de concordar ou discordar das suas ideias e opiniões. Só este blogue se calará a partir de hoje. Porém, as notícias da Culsete serão dadas em https://www.facebook.com/pages/Culsete/570799179608865?ref=hl , sendo retomadas no blogue Papel a Mais, que irá, eventualmente, dando a ler, sempre que for oportuno, alguns textos de Manuel Medeiros espalhados pelos seus famosos cadernos cinzentos. E nunca se esqueça das suas palavras: “ler, ler muito, ler sempre. E depois continuar a ler, ler muito, ler sempre. E ler e ler, ler muito, ler sempre.”